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Oito episódios, oito histórias e nenhum vínculo de narrativa. O único elo entre elas é o sentimento mais questionado pelo ser humano: o amor. Esse é o formato antológico no novo seriado do serviço de live-streaming da Amazon Prime, o entitulado Amor Moderno, que está disponível no sistema do serviço desde o início da semana. 

Além do amor ser a temática comum entre todos os episódios, o palco principal para a vivência dos personagens é a tumultuada Nova Iorque. Sendo dirigida cada episódio por um diretor diferente, esta nova série também é semi baseada em histórias reais mostradas no The New York Times. 

Cada história contém quase 40 minutos de duração, mas que são compostos por roteiros de imensa profundidade de personagens, como, por exemplo o de Anne Hathaway. A atriz interpreta uma mulher com um transtorno de humor bipolar, onde seus sentimentos oscilam entre a euforia e depressão. Nomeado de “Me Aceita como Eu Sou, Quem Quer Que Eu Seja”, este episódio tem emprestado todo o talento de Hathaway, engrandecendo essa galeria de personagens de coração partido. Inquestionavelmente o melhor da temporada.

Em seguida, destaque para o episódio “Renovando pra Manter o Jogo Vivo” com Tina Fey, que mostra – surpreendentemente – os dotes dramáticos de uma comediante tão querida. No capítulo, ela e seu marido (casados há um bom tempo) tentam superar a crise de um casamento esguio.

Realizado para aquecer o coração dos espectadores com histórias – ora tristes, ora realistas – Amor Moderno é uma adição interessante para o cânone de seriados antológicos e consegue destrinchar aquilo que muitos diretores tentaram com filmes temáticos (vide Rio, Eu Te AmoParis, Eu te AmoNova Iorque, Eu te Amo, dentre outros): a complexidade, exuberância e formosura que o amar causa no ser humano. 

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